Um dos apoiadores mais antigos da BrazilFoundation, Luiz Ribeiro, é fotógrafo e editor de fotografia do New York Post. Nascido em Diamantina, Minas Gerais, Luiz chegou em Nova York há 25 anos e ajuda a BrazilFoundation desde 2002, fotografando o Gala e outros eventos , e divulgando a Fundação na imprensa americana.

Em julho deste ano, ao celebrar os seus 50 anos, Luiz viajou para cinco Estados brasileiros e visitou nove organizações em 18 dias, graças ao apoio da TAM, para fotografar organizações e projetos apoiados pela BrazilFoundation. Para ele, essa foi uma experiência indescritível.  “Foi o melhor presente de aniversário. Fiz muitos amigos em todos os lugares que visitei e fiquei com vontade de voltar e mostrar mais o trabalho que a BrazilFoundation está desenvolvendo junto às organizações que apoia para mudar a cara do Brasil e das pessoas, sejam adolescentes no Ceará,  idosos na Cidade de Deus ou índios na Bahia.”

BF: Em sua opinião, qual o impacto do apoio da BrazilFoundation para as organizações que você visitou?

Luiz: O impacto da BrazilFoundation é imprescindível em todas as organizações pois atrai novos parceiros e dá visibilidade às organizações, que de outra forma estariam esquecidas.

BF: Você conheceu e fotografou as pessoas que coordenam essas organizações. Quais as histórias que mais te marcaram?

Luiz: Presenciei muitas realidades distintas. Um dia estava visitando uma comunidade no Rio, no outro estava no Sertão da Paraíba. Fiquei bastante impressionado com três projetos: a Casa de Santa Ana na Cidade de Deus, Rio de Janeiro, o PRECE e o Vidança, ambos no Ceará. Visitei uma escola modelo que acabou de ser construída pelo Governo do Ceará em Pentecoste. O diretor será um dos primeiros alunos do PRECE e a escola vai usar o método educacional de células educativas do Professor Manoel, fundador do PRECE.

BF: Como foi ver as pessoas beneficiadas pelas atividades oferecidas por estas organizações?

Luiz: Foi fantástico ver o trabalho das organizações apoiadas pela BrazilFoundation e algumas das milhares de pessoas que estão sendo beneficiadas direta ou indiretamente. O Vidança, comandado por Anália Timbó, faz um trabalho incrível com crianças, adolescentes e jovens que provavelmente estariam perdidos para a epidemia do “crack”.

BF: Qual foi o maior desafio desse trabalho frente a tantos outros que você já fez?

Luiz: Fotografar tantos projetos e pessoas em tão pouco tempo. Fiquei pouco tempo nos lugares e não podia me aprofundar em um tema, tinha que fazer o maior número de imagens que fossem relevantes e que mostrassem as pessoas daquele lugar. Em alguns lugares passei no máximo duas horas fotografando, como na Grota do Surucucú, Niterói. Gostaria de ter tido mais tempo para me aprofundar nas histórias das pessoas.

BF: Qual foi o principal aprendizado com esse projeto?

Luiz: Vi como é importante mostrar a realidade das pessoas apoiadas pela Fundação e os desafios por elas enfrentados. Estive em lugares onde as pessoas não têm sequer um Posto de Saúde. Com certeza voltei ainda mais entusiasmado em ajudar a BrazilFoundation a inspirar mais pessoas a ajudarem essas organizações no Brasil. Um pouco daqui representa muito para eles lá.

Veja o percurso percorrido pelo Luiz no Mapa interativo

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